Obras que estarão no Pavilhão do Brasil da Bienal de Veneza associam problemas sociais com arquitetura - EYE4DESIGN Obras que estarão no Pavilhão do Brasil da Bienal de Veneza associam problemas sociais com arquitetura - EYE4DESIGN
04-04-2016

Obras que estarão no Pavilhão do Brasil da Bienal de Veneza associam problemas sociais com arquitetura

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O tema do pavilhão do Brasil na Bienal de Veneza de 2016 vai priorizar projetos que são voltados para problemas sociais. O curador escolhido, Washington Fajardo buscou evidenciar historias de batalhadores em grandes cidades do Brasil. Ao todo foram selecionados cerca de 15 projetos para participar do pavilhão brasileiro na Bienal, que vai começar em Maio.

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Esse tema acaba indo ao encontro das ideias de Alejandro Aravena, o ganhador do ultimo Pritzker, e que está dirigindo a Bienal de Veneza desse ano. O arquiteto chileno tem como principal projeto a ‘Quinta Monroy’, um conjunto habitacional no Chile.  Entre os projetos selecionados para integrar o pavilhão brasileira na Bienal, se destaca o Complexo Jardim Edite, que além de ser apenas um projeto arquitetônico,  tem uma integração social com a comunidade num modo geral, e assim como o projeto de Aravena, é um conjunto habitacional.

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O Complexo Jardim Edite, foi projetado pelo MMBB e H+F, localizado em uma área nobre paulistana. O Jardim Edite reorganizou favelas que estavam naquela região, fazendo que cerca de 200 famílias de baixa renda tenham onde morar,  com acesso a creche e um restaurante no local, e diferente do que era, não existe um crescimento desorganizado, e sim as residências de baixa renda são todas organizadas em prédios. Os edifícios acabam não se destoando dos outros que estão naquela região, e talvez essa pode ser uma saída para o futuro dos conjuntos habitacionais.

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